Reflexão
A cura que Jesus oferece começa no encontro pessoal: é um toque que restaura corpo e alma. Lembramos que foi esse amor que levou Cristo a alcançar os aflitos, e por isso podemos confiar no poder daquele que é o toque restaurador do Senhor para renovar nossas esperanças.
Como comunidade, somos chamados a ser extensão dessa compaixão, anunciando o evangelho com gestos e presença. Não é apenas teoria: somos convidados a praticar gestos concretos de cuidado — visitas, oração, apoio prático — como sinais visíveis da cura em ação.
Mesmo quando a cura não chega no tempo que desejamos, a compaixão de Deus sustenta nossos corações e nos ensina a permanecer com os que sofrem, oferecendo esperança, oração e companhia fiel.