Reflexão
Quando lembramos que Deus é o dono de todas as coisas, nossas prioridades se alinham com a realidade da Sua soberania. Não somos proprietários absolutos; somos mordomos chamados a administrar com gratidão e reverência.
Essa verdade liberta do medo e da ganância: posses deixam de ser segurança última e tornam-se instrumentos para abençoar o próximo e honrar a Deus. Generosidade, simplicidade e contentamento nascem de quem vive sob essa convicção.
Viver como mordomos exige escolhas diárias: orar sobre recursos, repartir o que temos e investir no Reino mais do que em acúmulos temporários. Assim experimentamos a paz que vem de confiar no Senhor, o verdadeiro Proprietário das riquezas.