Reflexão
Elias, exausto e perseguido, fugiu ao deserto e desejou morrer. Ali, entre pedras e fadiga, Deus não o abandonou: usou o silêncio e a providência para preparar um encontro que renovaria sua missão (1 Reis 19).
Um anjo trouxe comida e descanso; depois disso, não veio o grande vento nem o terremoto, mas uma voz suave que trouxe direção. O deserto tornou-se lugar de restauração: de forças renovadas, de escuta e de reorientação.
Quando atravessamos tempos áridos, lembremos que o deserto pode ser escola de intimidade. Em vez de interpretar a solidão como abandono, permitamos que Deus nos alimente, nos cure e nos fale para seguirmos com coragem.