Reflexão
Nas margens do Jordão, ao receber o batismo de João, Jesus não precisava de purificação, mas quis identificar-se com a humanidade ferida. Nesse momento os céus se abriram e a declaração amorosa do Pai confirmou sua filiação e missão, lembrando-nos que todo ministério nasce do reconhecimento e do envio divino.
O Espírito Santo desceu sobre ele em forma de pomba, sinal da presença consoladora e capacitadora de Deus. Ao contemplar o Espírito Santo descendo sobre Jesus, percebemos que o batismo inaugura não só uma consagração, mas também o poder para cumprir o chamado que vem do Pai.
Assim, o batismo de Jesus nos convida a uma vida marcada por humildade, obediência e missão. Seguir a Cristo implica ser reconhecido pelo Pai, revestido pelo Espírito e lançado ao serviço misericordioso em favor do próximo.