Reflexão
A justiça de Jesus não é frieza legalista, mas uma força viva de compaixão e verdade. Ele confrontou estruturas opressoras, acolheu os marginalizados e mostrou que a retidão implica cura e restauração.
Seguir a justiça de Cristo nos chama a amar o próximo com ternura e a agir com integridade diante de cada situação. Defender os vulneráveis, falar a verdade com humildade e praticar o perdão são gestos de uma fé que transforma.
Na cruz, a justiça de Deus se cumpriu e revelou seu padrão de misericórdia e santidade; em nosso caminhar, somos convidados a ser agentes dessa justiça. Que nossas escolhas reflitam o equilíbrio entre firmeza e compaixão, trazendo esperança ao mundo.