Reflexão
Jesus não se afastava da dor; em Seu ministério, cada encontro com os enfermos revelou o propósito de Deus: trazer restauração e dignidade. Nos relatos das curas vemos que a compaixão de Cristo une cura física e consolo para a alma.
Ao tocar e chamar pelo nome, Jesus ensinou que a presença importa mais que o protocolo. Somos desafiados a responder ao Evangelho com gestos concretos; por isso, lembre-se do chamado para cuidar dos enfermos como expressão de amor cristão.
Que a lembrança desses encontros nos mova a orar com fé, visitar com ternura e exercer misericórdia. A cura que Cristo oferece tem também o poder de transformar comunidades quando somos instrumentos de Sua compaixão.