Reflexão
Trazer lembranças à oração não é reviver a dor por vaidade, mas confiar que Deus conhece cada história; podemos, por exemplo, colocar a memória nas mãos de Deus e entregar o que nos pesa com simplicidade.
Ao confessar, agradecer e pedir cura nas nossas recordações, abrimos espaço para a graça transformar o que foi difícil; assim aprendemos a ver as lembranças transformadas pela graça, tornando-as testemunho da fidelidade divina.
Que a oração cotidiana nos ajude a olhar para o passado com honestidade e para o futuro com esperança, sempre apoiados na Palavra e na presença consoladora do Senhor.