Reflexão
Salmo 82 nos confronta com a cena de Deus julgando os governantes que falham em proteger os pobres. O salmo nos lembra que a justiça divina exige defesa dos indefesos e condena a parcialidade; encontramos consolo e direção quando lemos, por exemplo, o consolo do Salmo 23 que nos recorda o cuidado constante do Senhor.
Ao chamar juízes que agem como “deuses” à prestação de contas, o texto convoca líderes e comunidades a praticar misericórdia e julgar com retidão. Isso nos impulsiona a não apenas sentir compaixão, mas também a orar por justiça e a buscar medidas concretas para proteger viúvas, órfãos e oprimidos.
Que a leitura de Salmo 82 transforme nosso olhar: confiar em Deus inclui trabalhar pela equidade e estender compaixão a quem sofre, recorrendo sempre à oração e ao serviço prático.