Reflexão
Quando lemos Salmos 126, encontramos o testemunho de um povo que voltou do cativeiro e descobriu que o Senhor havia feito maravilhas. A memória da libertação traz tanto lágrimas quanto risos, sinais da presença restauradora de Deus.
O salmista nos convida a lembrar que a restauração envolve a ação divina e a resposta humana. Ao semear em lágrimas, confiamos que Deus traz a colheita; ao reconhecer suas obras, encontramos motivos para louvar com cânticos de alegria.
Que essa passagem nos permita viver com esperança renovada: mesmo em tempos de silêncio e dor, Deus trabalha para transformar o pranto em cântico e renovar nossos passos rumo à liberdade e à paz.