Reflexão
O silêncio na oração não é ausência, mas uma atitude de espera reverente. Ao calarmos palavras e ruídos, abrimos espaço para que Deus fale ao nosso íntimo; é aí que a verdade e a paz começam a operar.
Jesus muitas vezes se retirava para lugares tranquilos para orar; esse exemplo nos lembra que a comunhão exige tempo e simplicidade. No silêncio aprendemos a reconhecer a voz do Senhor entre tantas vozes que tentam nos distrair.
Praticar o silêncio exige disciplina: reservar momentos do dia, desligar distrações e consentir que o Espírito nos molde. Assim, a oração se torna escuta e transformação, e não apenas um diálogo acelerado.