Reflexão
Sentimos no peito a vontade de acertar contas quando somos feridos, mas a Escritura nos lembra que a indignação humana é limitada e frágil. Deus é juiz justo que age em Seu tempo e de maneira que promove restauração, não espetáculo; por isso podemos descansar na promessa de a justiça do Senhor que não falha.
Entregar a vingança ao Senhor não é passividade, é confiança ativa: ao confiar nossa causa ao Senhor abrimos mão do controle e permitimos que Ele transforme dor em propósito, corrigindo o mal segundo Sua sabedoria.
Enquanto esperamos, somos chamados a cultivar misericórdia e buscar reconciliação quando possível, vivendo o perdão que liberta e a esperança que sustém. Assim, o que parecia derrota pode tornar-se semente de vida.