Reflexão
Quando as tempestades cercam nossa vida, lembramos do Senhor que acalmou o mar (Mc 4.39). A adoração não é fuga da dor, mas reconhecimento da soberania de Deus em meio ao caos.
Ao levantar louvor no meio da aflição, nossos olhos se desviam do vento e se prendem à Rocha. A adoração muda nossa perspectiva: do medo para a confiança, porque declara que o Senhor permanece conosco mesmo quando não compreendemos.
Assim adoramos com mãos abertas e coração rendido, permitindo que a paz de Cristo governe nossos pensamentos. Mesmo que as ondas continuem, a presença divina nos segura e renova a esperança.