Reflexão
A lei de Deus revela a santidade divina e expõe nossas faltas. Ela não é um instrumento de condenação eterna quando compreendida em seu propósito: apontar para a necessidade de redenção e para a seriedade do pecado.
A graça, aprovada em Cristo, não anula a justiça de Deus, mas a cumpre; recebemos perdão não por nossos méritos, mas pela obra de Jesus, que nos capacita a viver segundo a vontade divina. A fé genuína gera obediência transformada, movida pelo amor e não pelo medo.
Viver entre lei e graça é reconhecer a gravidade do erro e ao mesmo tempo descansar na misericórdia que nos chama à santidade. Que essa realidade nos conduza à humildade, ao arrependimento contínuo e à esperança renovada.